Alíquotas progressivas vigentes. Ambas calculadas faixa por faixa, não sobre o salário total.
Portaria Interministerial MPS/MF 13/2026. Salário máximo de contribuição: R$ 8.475,55.
| Faixa Salarial | Alíquota |
|---|---|
| Até R$ 1.621,00 | 7,5% |
| R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84 | 9,0% |
| R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27 | 12% |
| R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55 | 14% |
Exemplo — Salário R$ 5.000,00
| Dedução por dependente/mês | R$ 189,59 |
| Dedução anual (12 meses) | R$ 2.275,08 |
Dependentes válidos: cônjuge, filhos até 21 anos (ou 24 se estudante universitário), pais dependentes economicamente.
Base de cálculo = salário bruto – INSS – deduções por dependente.
| Base de Cálculo | Alíquota | Dedução |
|---|---|---|
| Até R$ 2.428,80 | Isento | — |
| R$ 2.428,81 a R$ 2.826,65 | 7,5% | R$ 182,16 |
| R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05 | 15% | R$ 394,16 |
| R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68 | 22,5% | R$ 675,49 |
| Acima de R$ 4.664,68 | 27,5% | R$ 908,73 |
Exemplo — Base IR R$ 4.498,49 (salário R$ 5.000 – INSS R$ 501,51)
Diferente do que muitos pensam, a alíquota não incide sobre o salário todo. Cada faixa é tributada separadamente — como uma escada.
Quem ganha R$ 4.000 não paga 22,5% sobre os R$ 4.000. Paga 7,5% sobre os primeiros R$ 1.621, 9% sobre a faixa seguinte e assim por diante.